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Morrer para frutificar

   O livro de Lucas traz uma passagem sobre o grão de mostarda. “E dizia: A que é semelhante o reino de Deus, e a que o compararei? É semelhante ao grão de mostarda que um homem, tomando-o, lançou na sua horta; e cresceu, e fez-se grande árvore, e em seus ramos se aninharam as aves do céu. Lucas 13:18-19″ Bem, a partir dai começou a minha conversa com Deus! O grão de mostarda é uma semente bem pequena. Mas o que o Pai me disse primeiro não foi isso … a semente é lançada na terra… e para que o broto nasça é necessário que a semente morra! Você só pode dar frutos se você morrer! Morrer para os seus desejos! Para sua própria vontade. Morrer para o pecado, sua carne tem que morrer! E a semente para crescer precisa de adubo, água e alimento! O tipo de alimento determina o crescimento da planta. De que você tem se alimentado? O que você tem ouvido? O que você tem lido? Sobre o que você tem conversado? O conceito de "morrer para si mesmo" é encontrado em todo o Novo Testamento....

Nenhuma condenação há!

Um aspecto da salvação é ser livre da condenação. Este é o aspecto da segurança pessoal. É livramento do perigo, que é o castigo terrível no dia do juízo. Uma maravilhosa paz sucede os tormentos do capítulo 7. Como culpado, aprendi que não há mais condenação para mim: estou em Cristo Jesus, o lugar da perfeita segurança. Como desventurado homem (cap. 7:12), sem forças para fazer o bem, descobri um poder chamado “a lei do Espírito da vida”, que me liberta de uma vez por todas da “lei do pecado e da morte”, ou seja, de seu domínio. Tais são as duas grandes verdades que eu compreendi pela fé. O mais hábil escultor, ainda que disponha das melhores ferramentas, é incapaz de esculpir alguma coisa em madeira bichada. Deus, figuradamente, é o hábil escultor, e a lei é a boa ferramenta (cap. 7:12). Mas a lei, por melhor que seja, é ineficaz e fraca para trabalhar numa “carne” rebelde, corrompida e roída pelo verme do pecado (vv. 3 e 7). Nós estávamos “na carne” (v. 9), forçados a agir segundo...